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Giulia Gam já contou com psiquiatra no estúdio para novela: personagem exigia auxílio

Atriz contou que o profissional chegou a ficar preocupado com sua saúde após cenas difíceis
Publicado 11 Mai 2023 – 05:09 PM EDT | Atualizado 11 Mai 2023 – 05:10 PM EDT
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Giulia Gam como Heloísa em "Mulheres Apaixonadas" Crédito: Isac Luz/Gianne Carvalho/TV Globo

Heloisa, de “Mulheres Apaixonadas” (Rede Globo), até hoje é lembrada como uma das personagens mais marcantes e intensas de Giulia Gam na televisão. Além de levantar debates, a história da mulher que sofre de um ciúme descontrolado mexeu muito com a atriz que, por causa das cenas fortes, contou com a ajuda de um psiquiatra nos bastidores.

Giulia Gam teve psiquiatra no estúdio em “Mulheres Apaixonadas”


Na novela “ Mulheres Apaixonadas”, exibida pela Rede Globo em 2003, Giulia Gam brilhou como Heloisa, uma mulher extremamente ciumenta que, em determinado ponto da trama, chega a ser internada em uma clínica psiquiátrica.


Em uma live no Instagram com o jornalista Marcos Michalak, Giulia contou que a personagem tomou proporções tão grandes e que as cenas eram tão fortes que um psiquiatra foi contratado para ficar no estúdio durante as gravações. De acordo com a atriz, a sequência mais difícil foi justamente a da internação compulsória.

“Saí do estúdio e o psiquiatra veio me ver correndo porque estava preocupado. Ele me perguntava se eu estava bem, dizia que eu estava num surto psicótico na cena e se preocupou. Eu disse que estava bem. Mas eram cenas muito fortes”, afirmou a artista.


No bate-papo, Giulia Gam ainda contou que, para dar vida à Heloisa, ela chegou a frequentar o grupo de apoio MADA (Mulheres que Amam Demais Anônimas) para ouvir o relato de outras mulheres com o mesmo problema e, assim, construir a personagem da melhor forma possível.

“O Maneco (Manoel Carlos, autor da novela) nunca tinha ido porque homens não podiam frequentar. Cheguei lá e as pessoas me olharam desconfiadas. Me perguntaram se eu tinha a mesma doença e eu disse que tinha outras questões e falei que gostaria de ouvir os relatos para não fazer uma caricatura. Mas prestar um serviço e mostrar o grande sofrimento que é tudo isso”, explicou.

"Mulheres Apaixonadas"

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