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Raul Cortez dedicou sua vida à arte e trabalhou até o último ano de vida: legado é memorável

Apaixonado por sua profissão, o ator morreu dias antes de completar 50 anos de carreira, vítima de um câncer no pâncreas
Publicado 6 Jan 2023 – 03:45 PM EST | Atualizado 6 Jan 2023 – 03:45 PM EST
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Raul Cortez em "O Rei do Gado" (1996), e em foto compartilhada pela filha, Lígia Cortez, nas redes sociais Crédito: Globo / CEDOC | Reprodução/Instagram (@cortezligia)

Um dos personagens mais importantes de "O Rei do Gado", retransmitida pela Globo, Raul Cortez também foi um dos grandes nomes da dramaturgia brasileira.

Nascido em 1932, o artista trabalhou por mais da metade da sua vida como ator, se dedicando ao ofício até mesmo em seus últimos dias, antes de morrer por conta de um câncer no pâncreas. Em 2022, ele completaria 90 anos e foi lembrado por uma das filhas, Lígia Cortez, na data.

Raul Cortez é um dos nomes célebres da arte brasileira

Desde muito jovem, Raul Cortez esteve certo de que iria viver da arte. Nascido em 1932, sendo o mais velho de seis irmãos, ele desistiu de iniciar a carreira de advogado para atuar.

Não demorou muito para que ele se destacasse, estando cada vez em mais peças teatrais e estreando no cinema. Em 1966, estreou nas novelas da televisão, estando em grandes produções.

Mas foram seus papéis como vilão que alavancaram ainda mais sua fama, se destacando em "Mulheres de Areia" (1993) e "O Rei do Gado" (1996), em que interpretou o italiano Geremias Berdinazzi.

Ainda voltou a viver um italiano em "Terra Nostra" (1999) e alguns anos depois descobriu que tinha um tumor região do pâncreas e do intestino delgado. Mesmo assim, seguiu atuando.

Esteve ainda no elenco de "Esperança" (2002) e "Um só Coração" (2004). Na sequência, fez parte de "Senhora do Destino", em que viveu Pedro Correia de Andrade e Couto, o Barão de Bonsucesso.


No entanto, o ator foi obrigado a se afastar da produção, em decorrência do avanço de sua doença, que fez com que ele passasse por uma cirurgia para a remoção do tumor.

Quando tudo parecia estar indo bem, ele chegou a viver Antônio Carlos Ribeiro de Andrade na minisérie "JK" (2006). Porém, com o retorno de alguns sintomas, Raul foi internado no hospital poucos meses após o fim das gravações e morreu em 18 de julho de 2006.

Seu legado se mantém vivo até hoje, sendo um dos atores mais premiados e consagrados da televisão brasileira.

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