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Suzane Von Richthofen ganhou por filmes da franquia "A Menina que Matou os Pais"?

Raphael Montes, roteirista da trilogia, colocou fim aos rumores ao revelar que as pessoas retratadas no filme nunca receberam nada
Publicado 1 Nov 2023 – 10:43 AM EDT | Atualizado 1 Nov 2023 – 10:43 AM EDT
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O terceiro filme da trilogia "A Menina que Matou os Pais" chegou ao Prime Video na última sexta-feira (27) para dar um encerramento à história baseada em Suzane von Richthofen, que planejou os assassinatos dos pais, Manfred e Marísia, com a ajuda dos irmãos Cravinhos, em 2002. Saiba se a criminosa chegou a receber dinheiro por alguma das produções!

Suzane Von Richthofen ganhou por filmes da franquia?

"A Menina Que Matou os Pais" e "O Menino que Matou Meus Pais" foram os primeiros lançamentos, em 2020, acompanhando as visões de Suzane e também de Daniel Cravinhos, namorado dela na época em que o crime veio à tona.

"A Menina que Matou os Pais - A Confissão" marca o encerramento da franquia na plataforma de streaming. Com o lançamento, rumores de que Suzane teria ganhado pelo filme começaram a circular na web.


Diante da repercussão, Raphael Montes, roteirista da trilogia, fez uma publicação no Instagram explicando o que é preciso saber antes de assistir ao último filme, que não teve contribuição dos criminosos, assim como os dois primeiros.

"Não houve contato entre a produção e Suzane von Richthofen, Daniel e Cristian Cravinhos nem seus familiares. Os envolvidos no caso não fazem parte nem contribuem para o filme", esclareceu o roteirista.

A obra é baseada em autos públicos do processo judicial. "O filme é uma adaptação de uma história real baseada exclusivamente nos depoimentos transcritos nos autos do processo. Esses autos são públicos".

"As pessoas retratadas no filme nunca receberam nem irão receber nenhum valor ou pagamento. Eles não possuem nenhum direito sobre a obra", entregou o roteirista, colocando fim às especulações.

Raphael também negou a intenção de romantizar a tragédia. "A interpretação dos fatos e das versões é facultada ao público. Os filmes não apontam inocentes ou culpados, tampouco romantizam ou enaltecem os assassinatos".

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